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Nutricionista Clínica, esportiva, gestacional e infantil. Consultório em Alphaville (Tel: 4175-9777) há 12 anos, com técnicas bem inovadoras e diferenciadas, focando especialmente no bem estar psicológico e emocional do paciente. Reeducação alimentar associada à Gastronomia para resultados definitivos e uma rotina agradável!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016


Retornamos às atividades 03/01/2017. Agendamentos podem ser feitos neste período pelo telefone / WhatsApp (11) 98184-0000. Boas festas e um feliz 2017! #feliznatal #boasfestas #ferias

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Doce de Whey Protein para acabar com a compulsão alimentar!


Quem é que está livre daqueeeela vontade de comer um docinho? Ou de atacar a geladeira? Comer a despensa toda? Pode ser porque você está triste ou porque está feliz, por ansiedade, briga com o (a) namorado (a), mas a verdade é que todos passamos por isso.
O pior, é que quando acontece, basta comer um pedacinho de chocolate, para querer comer a caixa toda. Ou começar com um salgadinho, passar para o sorvete, depois completar com umas barrinhas... Depende da oferta. Mas quanto mais carboidrato, mais vontade de comer carboidrato, reparou?
O mesmo não acontece com a proteína, então vou passar uma dica valiosa para estes momentos. Você vai consumir 230 kcal e a saciedade virá. De quebra, você ajuda seus músculos!  :)
Você pode utilizar marcas diferentes das que utilizo. Escolhi este Whey protein porque ele é de lenta absorção, então segura a fome por mais tempo, e porque tem pedacinhos de chocolate.

Ingredientes

2 col de sopa bem cheias de leite Molico em pó
1 scoop de Whey NO2 Micelar Probiotica - sabor chocolate
50 ml de água

Misture a água aos ingredientes até ficar bem cremoso (cuidado para não deixar aguado). Pode colocar mais ou menos água, à seu critério/ Colocar ou não 1 envelope de adoçante, também depende do paladar.

Enjoy!

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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Não acredite em tudo que a indústria diz sobre o óleo de coco

A internet é uma grande fonte de informação, e isso é inegável. No entanto, nem tudo que lemos em sites, blogs ou redes sociais passa por crivo científico criterioso. A literatura médica é vasta. E os diferentes estudos são hierarquizados de acordo com sua qualidade metodológica e com a força das evidências.

Por exemplo, um estudo pequeno que disse que determinado tratamento em ratinhos pode baixar o colesterol não deve ser interpretado da mesma maneira que outro estudo que avaliou a mesma intervenção em um grande número de seres humanos e observou que este tratamento não serviu para reduzir infartos ou mortes.

Em outras palavras, estudos que replicam as situações da vida real de maneira mais apropriada “pesam mais” na balança da ciência. Dito isto, vamos ao óleo de coco…

Basta digitarmos “óleo de coco” no Google para nos maravilharmos com efeitos positivos no colesterol e no risco cardiovascular, além de potencial antioxidante e até mesmo emagrecedor. Contudo, ao fazermos a mesma pesquisa na base de dados médicos Pubmed, podemos perceber que o óleo de coco ainda precisa provar muita coisa…

O óleo de coco virgem, que é obtido através da prensagem a frio do coco, retém grande quantidade de fitoesteróis, tocotrienóis, tocoferóis, além de outros compostos bioativos, substâncias que realmente têm potencial de redução do colesterol e efeito antioxidante. Contudo, aqui cabem duas ressalvas. O processo de fabricação do óleo de coco é bastante variável na indústria. Quando o processo de extração do óleo não controla a temperatura de forma apropriada, perde-se grande parte dos antioxidantes. Além disso, o potencial efeito benéfico dos fitoesteróis é contrabalanceado pelo alto teor de gordura saturada (92%).

Os defensores do óleo de coco argumentam que a gordura saturada nele presente é diferenciada. Os ácidos láurico e mirístico, por serem de ácidos graxos de cadeia média, seriam rapidamente metabolizados favorecendo a elevação do colesterol HDL (bom), menor oxidação do colesterol LDL (ruim) e queima de gordura, com potencial redução do risco cardiovascular e do peso. No entanto, os estudos que evidenciaram estes possíveis benefícios foram feitos em ratos (1) ou apresentaram limitações metodológicas (2). Como vimos no início deste texto, a Medicina hierarquiza a pequisa e, até agora, o óleo de coco permanece no nível mais baixo de evidência, isto é, precisa, no mínimo, ser melhor estudado.

Em março de 2016, um grupo de pesquisadores da Nova Zelândia compilou toda a literatura disponível sobre os potenciais benefícios do óleo de coco e publicou na revista Nutrition Reviews o artigo intitulado “Coconut oil consumption and cardiovascular risk factors in humans” (3).

Os autores localizaram 21 estudos (8 controlados e 13 observacionais). Segundo os autores, o óleo de coco aumentou os níveis de colesterol total e colesterol LDL (ruim). Apesar de aumentar os níveis de colesterol, o óleo de coco aparentemente não aumentou o risco de doenças cardiovasculares, pelo menos em populações que culturalmente o consomem.

Ou seja, o óleo de coco parece não aumentar o risco de problemas cardíacos dentro da dieta dos povos polinésios, mas não podemos dizer o mesmo dentro da dieta Ocidental.

Em resumo, não existem provas definitivas que o óleo de coco ajude a melhorar a imunidade e o metabolismo ou a reduzir o risco de doenças cardíacas, mas existem provas que ele eleva o colesterol.  Não é um suplemento, muito menos um remédio. A preferência pelo seu uso restringe-se mais a uma opção culinária e deve ser feita com moderação.

Para quem ficou interessado nos antioxidantes e nos fitoesteróis, a sugestão é consumir a polpa do coco, que também é rica em fibras. Mas dentro de uma alimentação equilibrada, com atividades físicas regulares(é muito calórica) e… sem esperar milagres!

Fontes:
1 – Nevin KG, Rajamohan T. Beneficial effects of virgin coconut oil on lipid parameters and in vitro LDL oxidation. Clin Biochem. 2004 Sep;37(9):830-5.

2 – Cardoso DA, Moreira AS, de Oliveira GM, Raggio Luiz R, Rosa GA. COCONUT EXTRA VIRGIN OIL-RICH DIET INCREASES HDL CHOLESTEROL AND DECREASES WAIST CIRCUMFERENCE AND BODY MASS IN CORONARY ARTERY DISEASE PATIENTS. Nutr Hosp. 2015;32(5):2144.

3 – Eyres L, Eyres MF, Chisholm A, Brown RC. Coconut oil consumption and cardiovascular risk factors in humans. Nutr Rev. 2016 Apr;74(4):267-80.

Adaptado de: Dr. Mateus Dornelles Severo
Médico Endocrinologista
Mestre em Endocrinologia
CREMERS 30.576



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sexta-feira, 11 de março de 2016

Alimentos saudáveis também podem atrapalhar sua dieta. Entenda o motivo!

A mudança de hábitos alimentares é um fator determinante para que uma reeducação alimentar tenha sucesso. Esta mudança prioriza o consumo de frutas, legumes, alimentos mais nutritivos e escolha saudáveis, assim como a redução no consumo de açúcares e gorduras. O esforço costuma apresentar resultados benéficos na maioria dos casos, mas quando o ponteiro da balança se estabiliza, muitas pessoas se questionam sobre o que estão fazendo de errado. A resposta pode ser encontrada quando avaliamos detalhadamente a ingestão alimentar de cada indivíduo.

Certamente você já ouviu dizer que quem está de dieta tem que comer muitas frutas, mas quantas? Ou então para comer legumes a vontade! Você já pensou que a resposta para o fracasso da dieta pode estar nesta maneira de lidar com os alimentos?
Muitas pessoas confundem o termo alimentação saudável com a expressão comer a vontade! Isso passa a ser um grande problema nas dietas, já que as pessoas acham que por determinado alimento ser saudável (rico em nutrientes como vitaminas, minerais, fibras, etc) e adequado a dieta ele pode ser consumido a vontade, esquecendo que muitos deles são calóricos e contêm níveis de gorduras que podem atrapalhar a dieta, portanto podem ser consumidos, mas dentro de um planejamento alimentar.
Conheça alguns alimentos que parecem inofensivos mas que exigem cautela na hora do consumo:


1.Frutas e hortaliças
Excelente fonte de vitaminas, minerais e fibras, não devem faltar nunca na dieta, mas o consumo também precisa respeitar as quantidades estipuladas de  2 a 5 porções para frutas e 4 a 5 porções para hortaliças. É preciso lembrar que algumas frutas são bastante calóricas (abacate,manga, banana etc) e se consumidas em exagero certamente vão prejudicar sua dieta. Importante lembrar que são porções pequenas de frutas.

2.Frutas secas, granola e castanhas
Muito saborosas, ótimas opções para pequenos lanches, fonte de fibras e vitaminas que dão saciedade e energia. Porém, contém açúcar e gorduras. Prefira as versões diet/light. O recomendado por dia é em torno de 25 gramas ou 2 colheres de sopa.

3.Barrinhas de cereais
As barrinhas de cereais são ótimas opções para os lanches intermediários, mas contêm, em média, 100 calorias, portanto não devem ser ingeridas à vontade. As que possuem cobertura de chocolate costumam ser as mais calóricas. O seu consumo deve ser com moderação, apenas 1 unidade por vez em um dos lanches do fracionamento alimentar, acompanhadas de algum alimento proteico.

4.Água com sabor
A hidratação é fundamental para nosso corpo. A água nutre as células, desintoxica o organismo, faz os rins e intestino trabalhar melhor. O ideal é beber aproximadamente 2  litros de líquidos por dia. Mas o ponto negativo destas “águas” é que elas podem conter adoçantes e outros aditivos, que em excesso podem ser prejudiciais ao nosso organismo. Muitas atualmente já são classificadas como refrigerantes, portanto não devem ser consumidas de forma exagerada.

5.Acompanhamentos de saladas
A salada costuma ser uma ótima idéia para quem está fazendo dieta, mas dependendo do molho podem se tornar mais engordativas do que saudáveis. Uma opção mais saudável é um prato de salada de folhas verdes, tomate, pepino e palmito, temperada com molho de iogurte desnatado e acompanhada de uma proteína mais leve, como o peito de frango ou peixe grelhado.

6.Açaí
Apesar de ser rico em nutrientes e grande fonte de energia, o principal problema do açaí é a quantidade de calorias do alimento, são cerca de 250 calorias por 100 gramas. Alguns complementos na hora de consumí-lo como granola, banana e leite condensado ainda podem torná-lo mais calórico. O ideal é consumir o açaí puro e de preferência em porções pequenas.

7. Comida japonesa
Um dos alimentos preferidos da culinária japonesa é o sushi. Apesar de ser elaborado a partir de alga, vegetais e frutos do mar, o alimento tem a base de arroz e, às vezes, recheios calóricos. O sushi têm entre 20 e 45 calorias cada um, mas o problema é o tamanho da porção consumida de uma só vez. A recomendação de consumo é de quatro unidades. Passe longe do rodízio!

8. Refrigerante light, diet ou zero
Embora os refrigerantes desse tipo não forneçam calorias, há um outro elemento deste produto que é o adoçante. Estudos mostram que quanto maior for o consumo de adoçantes, maior fica o desejo por doces, já que o efeito do adoçante nas papilas gustativas faz com que estas fiquem mais receptivas ao sabor doce. Além disso, a maioria destas bebidas apresenta uma concentração de sódio alta, não sendo recomendado em grande quantidade aos pacientes hipertensos.

9. Azeite
Alimento extremamente saudável, fonte de gorduras conhecidas como “boas” e protetoras do sistema cardiovascular, mas bastante calórico. Uma colher de sopa de azeite já nos fornece cerca de 120 calorias.

Portanto, mesmo os alimentos considerados mais saudáveis, precisam ser consumidos com moderação ou podem engordar. O planejamento alimentar é parte fundamental da dieta, e o nutricionista irá orientá-lo exatamente sobre as quantidades e fracionamento ideal diário.



Adaptado de:  ANutricionista.Com - Tatiane T. de Brito - CRN3 26450 - Ribeirão Preto.


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