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Nutricionista Clínica, esportiva, gestacional e infantil. Consultório em Alphaville (Tel: 4175-9777) há 11 anos, com técnicas bem inovadoras e diferenciadas, focando especialmente no bem estar psicológico e emocional do paciente. Reeducação alimentar associada à Gastronomia para resultados definitivos e uma rotina agradável!

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Não acredite em tudo que a indústria diz sobre o óleo de coco


A internet é uma grande fonte de informação, e isso é inegável. No entanto, nem tudo que lemos em sites, blogs ou redes sociais passa por crivo científico criterioso. A literatura médica é vasta. E os diferentes estudos são hierarquizados de acordo com sua qualidade metodológica e com a força das evidências.

Por exemplo, um estudo pequeno que disse que determinado tratamento em ratinhos pode baixar o colesterol não deve ser interpretado da mesma maneira que outro estudo que avaliou a mesma intervenção em um grande número de seres humanos e observou que este tratamento não serviu para reduzir infartos ou mortes.

Em outras palavras, estudos que replicam as situações da vida real de maneira mais apropriada “pesam mais” na balança da ciência. Dito isto, vamos ao óleo de coco…

Basta digitarmos “óleo de coco” no Google para nos maravilharmos com efeitos positivos no colesterol e no risco cardiovascular, além de potencial antioxidante e até mesmo emagrecedor. Contudo, ao fazermos a mesma pesquisa na base de dados médicos Pubmed, podemos perceber que o óleo de coco ainda precisa provar muita coisa…

O óleo de coco virgem, que é obtido através da prensagem a frio do coco, retém grande quantidade de fitoesteróis, tocotrienóis, tocoferóis, além de outros compostos bioativos, substâncias que realmente têm potencial de redução do colesterol e efeito antioxidante. Contudo, aqui cabem duas ressalvas. O processo de fabricação do óleo de coco é bastante variável na indústria. Quando o processo de extração do óleo não controla a temperatura de forma apropriada, perde-se grande parte dos antioxidantes. Além disso, o potencial efeito benéfico dos fitoesteróis é contrabalanceado pelo alto teor de gordura saturada (92%).

Os defensores do óleo de coco argumentam que a gordura saturada nele presente é diferenciada. Os ácidos láurico e mirístico, por serem de ácidos graxos de cadeia média, seriam rapidamente metabolizados favorecendo a elevação do colesterol HDL (bom), menor oxidação do colesterol LDL (ruim) e queima de gordura, com potencial redução do risco cardiovascular e do peso. No entanto, os estudos que evidenciaram estes possíveis benefícios foram feitos em ratos (1) ou apresentaram limitações metodológicas (2). Como vimos no início deste texto, a Medicina hierarquiza a pequisa e, até agora, o óleo de coco permanece no nível mais baixo de evidência, isto é, precisa, no mínimo, ser melhor estudado.

Em março de 2016, um grupo de pesquisadores da Nova Zelândia compilou toda a literatura disponível sobre os potenciais benefícios do óleo de coco e publicou na revista Nutrition Reviews o artigo intitulado “Coconut oil consumption and cardiovascular risk factors in humans” (3).

Os autores localizaram 21 estudos (8 controlados e 13 observacionais). Segundo os autores, o óleo de coco aumentou os níveis de colesterol total e colesterol LDL (ruim). Apesar de aumentar os níveis de colesterol, o óleo de coco aparentemente não aumentou o risco de doenças cardiovasculares, pelo menos em populações que culturalmente o consomem.

Ou seja, o óleo de coco parece não aumentar o risco de problemas cardíacos dentro da dieta dos povos polinésios, mas não podemos dizer o mesmo dentro da dieta Ocidental.

Em resumo, não existem provas definitivas que o óleo de coco ajude a melhorar a imunidade e o metabolismo ou a reduzir o risco de doenças cardíacas, mas existem provas que ele eleva o colesterol.  Não é um suplemento, muito menos um remédio. A preferência pelo seu uso restringe-se mais a uma opção culinária e deve ser feita com moderação.

Para quem ficou interessado nos antioxidantes e nos fitoesteróis, a sugestão é consumir a polpa do coco, que também é rica em fibras. Mas dentro de uma alimentação equilibrada, com atividades físicas regulares(é muito calórica) e… sem esperar milagres!

Fontes:
1 – Nevin KG, Rajamohan T. Beneficial effects of virgin coconut oil on lipid parameters and in vitro LDL oxidation. Clin Biochem. 2004 Sep;37(9):830-5.

2 – Cardoso DA, Moreira AS, de Oliveira GM, Raggio Luiz R, Rosa GA. COCONUT EXTRA VIRGIN OIL-RICH DIET INCREASES HDL CHOLESTEROL AND DECREASES WAIST CIRCUMFERENCE AND BODY MASS IN CORONARY ARTERY DISEASE PATIENTS. Nutr Hosp. 2015;32(5):2144.

3 – Eyres L, Eyres MF, Chisholm A, Brown RC. Coconut oil consumption and cardiovascular risk factors in humans. Nutr Rev. 2016 Apr;74(4):267-80.

Adaptado de: Dr. Mateus Dornelles Severo
Médico Endocrinologista
Mestre em Endocrinologia
CREMERS 30.576

Não acredite em tudo que a indústria diz sobre o óleo de coco

A internet é uma grande fonte de informação, e isso é inegável. No entanto, nem tudo que lemos em sites, blogs ou redes sociais passa por crivo científico criterioso. A literatura médica é vasta. E os diferentes estudos são hierarquizados de acordo com sua qualidade metodológica e com a força das evidências.

Por exemplo, um estudo pequeno que disse que determinado tratamento em ratinhos pode baixar o colesterol não deve ser interpretado da mesma maneira que outro estudo que avaliou a mesma intervenção em um grande número de seres humanos e observou que este tratamento não serviu para reduzir infartos ou mortes.

Em outras palavras, estudos que replicam as situações da vida real de maneira mais apropriada “pesam mais” na balança da ciência. Dito isto, vamos ao óleo de coco…

Basta digitarmos “óleo de coco” no Google para nos maravilharmos com efeitos positivos no colesterol e no risco cardiovascular, além de potencial antioxidante e até mesmo emagrecedor. Contudo, ao fazermos a mesma pesquisa na base de dados médicos Pubmed, podemos perceber que o óleo de coco ainda precisa provar muita coisa…

O óleo de coco virgem, que é obtido através da prensagem a frio do coco, retém grande quantidade de fitoesteróis, tocotrienóis, tocoferóis, além de outros compostos bioativos, substâncias que realmente têm potencial de redução do colesterol e efeito antioxidante. Contudo, aqui cabem duas ressalvas. O processo de fabricação do óleo de coco é bastante variável na indústria. Quando o processo de extração do óleo não controla a temperatura de forma apropriada, perde-se grande parte dos antioxidantes. Além disso, o potencial efeito benéfico dos fitoesteróis é contrabalanceado pelo alto teor de gordura saturada (92%).

Os defensores do óleo de coco argumentam que a gordura saturada nele presente é diferenciada. Os ácidos láurico e mirístico, por serem de ácidos graxos de cadeia média, seriam rapidamente metabolizados favorecendo a elevação do colesterol HDL (bom), menor oxidação do colesterol LDL (ruim) e queima de gordura, com potencial redução do risco cardiovascular e do peso. No entanto, os estudos que evidenciaram estes possíveis benefícios foram feitos em ratos (1) ou apresentaram limitações metodológicas (2). Como vimos no início deste texto, a Medicina hierarquiza a pequisa e, até agora, o óleo de coco permanece no nível mais baixo de evidência, isto é, precisa, no mínimo, ser melhor estudado.

Em março de 2016, um grupo de pesquisadores da Nova Zelândia compilou toda a literatura disponível sobre os potenciais benefícios do óleo de coco e publicou na revista Nutrition Reviews o artigo intitulado “Coconut oil consumption and cardiovascular risk factors in humans” (3).

Os autores localizaram 21 estudos (8 controlados e 13 observacionais). Segundo os autores, o óleo de coco aumentou os níveis de colesterol total e colesterol LDL (ruim). Apesar de aumentar os níveis de colesterol, o óleo de coco aparentemente não aumentou o risco de doenças cardiovasculares, pelo menos em populações que culturalmente o consomem.

Ou seja, o óleo de coco parece não aumentar o risco de problemas cardíacos dentro da dieta dos povos polinésios, mas não podemos dizer o mesmo dentro da dieta Ocidental.

Em resumo, não existem provas definitivas que o óleo de coco ajude a melhorar a imunidade e o metabolismo ou a reduzir o risco de doenças cardíacas, mas existem provas que ele eleva o colesterol.  Não é um suplemento, muito menos um remédio. A preferência pelo seu uso restringe-se mais a uma opção culinária e deve ser feita com moderação.

Para quem ficou interessado nos antioxidantes e nos fitoesteróis, a sugestão é consumir a polpa do coco, que também é rica em fibras. Mas dentro de uma alimentação equilibrada, com atividades físicas regulares(é muito calórica) e… sem esperar milagres!

Fontes:
1 – Nevin KG, Rajamohan T. Beneficial effects of virgin coconut oil on lipid parameters and in vitro LDL oxidation. Clin Biochem. 2004 Sep;37(9):830-5.

2 – Cardoso DA, Moreira AS, de Oliveira GM, Raggio Luiz R, Rosa GA. COCONUT EXTRA VIRGIN OIL-RICH DIET INCREASES HDL CHOLESTEROL AND DECREASES WAIST CIRCUMFERENCE AND BODY MASS IN CORONARY ARTERY DISEASE PATIENTS. Nutr Hosp. 2015;32(5):2144.

3 – Eyres L, Eyres MF, Chisholm A, Brown RC. Coconut oil consumption and cardiovascular risk factors in humans. Nutr Rev. 2016 Apr;74(4):267-80.

Adaptado de: Dr. Mateus Dornelles Severo
Médico Endocrinologista
Mestre em Endocrinologia
CREMERS 30.576

sexta-feira, 11 de março de 2016

Alimentos saudáveis também podem atrapalhar sua dieta. Entenda o motivo!

A mudança de hábitos alimentares é um fator determinante para que uma reeducação alimentar tenha sucesso. Esta mudança prioriza o consumo de frutas, legumes, alimentos mais nutritivos e escolha saudáveis, assim como a redução no consumo de açúcares e gorduras. O esforço costuma apresentar resultados benéficos na maioria dos casos, mas quando o ponteiro da balança se estabiliza, muitas pessoas se questionam sobre o que estão fazendo de errado. A resposta pode ser encontrada quando avaliamos detalhadamente a ingestão alimentar de cada indivíduo.

Certamente você já ouviu dizer que quem está de dieta tem que comer muitas frutas, mas quantas? Ou então para comer legumes a vontade! Você já pensou que a resposta para o fracasso da dieta pode estar nesta maneira de lidar com os alimentos?
Muitas pessoas confundem o termo alimentação saudável com a expressão comer a vontade! Isso passa a ser um grande problema nas dietas, já que as pessoas acham que por determinado alimento ser saudável (rico em nutrientes como vitaminas, minerais, fibras, etc) e adequado a dieta ele pode ser consumido a vontade, esquecendo que muitos deles são calóricos e contêm níveis de gorduras que podem atrapalhar a dieta, portanto podem ser consumidos, mas dentro de um planejamento alimentar.
Conheça alguns alimentos que parecem inofensivos mas que exigem cautela na hora do consumo:


1.Frutas e hortaliças
Excelente fonte de vitaminas, minerais e fibras, não devem faltar nunca na dieta, mas o consumo também precisa respeitar as quantidades estipuladas de  2 a 5 porções para frutas e 4 a 5 porções para hortaliças. É preciso lembrar que algumas frutas são bastante calóricas (abacate,manga, banana etc) e se consumidas em exagero certamente vão prejudicar sua dieta. Importante lembrar que são porções pequenas de frutas.

2.Frutas secas, granola e castanhas
Muito saborosas, ótimas opções para pequenos lanches, fonte de fibras e vitaminas que dão saciedade e energia. Porém, contém açúcar e gorduras. Prefira as versões diet/light. O recomendado por dia é em torno de 25 gramas ou 2 colheres de sopa.

3.Barrinhas de cereais
As barrinhas de cereais são ótimas opções para os lanches intermediários, mas contêm, em média, 100 calorias, portanto não devem ser ingeridas à vontade. As que possuem cobertura de chocolate costumam ser as mais calóricas. O seu consumo deve ser com moderação, apenas 1 unidade por vez em um dos lanches do fracionamento alimentar, acompanhadas de algum alimento proteico.

4.Água com sabor
A hidratação é fundamental para nosso corpo. A água nutre as células, desintoxica o organismo, faz os rins e intestino trabalhar melhor. O ideal é beber aproximadamente 2  litros de líquidos por dia. Mas o ponto negativo destas “águas” é que elas podem conter adoçantes e outros aditivos, que em excesso podem ser prejudiciais ao nosso organismo. Muitas atualmente já são classificadas como refrigerantes, portanto não devem ser consumidas de forma exagerada.

5.Acompanhamentos de saladas
A salada costuma ser uma ótima idéia para quem está fazendo dieta, mas dependendo do molho podem se tornar mais engordativas do que saudáveis. Uma opção mais saudável é um prato de salada de folhas verdes, tomate, pepino e palmito, temperada com molho de iogurte desnatado e acompanhada de uma proteína mais leve, como o peito de frango ou peixe grelhado.

6.Açaí
Apesar de ser rico em nutrientes e grande fonte de energia, o principal problema do açaí é a quantidade de calorias do alimento, são cerca de 250 calorias por 100 gramas. Alguns complementos na hora de consumí-lo como granola, banana e leite condensado ainda podem torná-lo mais calórico. O ideal é consumir o açaí puro e de preferência em porções pequenas.

7. Comida japonesa
Um dos alimentos preferidos da culinária japonesa é o sushi. Apesar de ser elaborado a partir de alga, vegetais e frutos do mar, o alimento tem a base de arroz e, às vezes, recheios calóricos. O sushi têm entre 20 e 45 calorias cada um, mas o problema é o tamanho da porção consumida de uma só vez. A recomendação de consumo é de quatro unidades. Passe longe do rodízio!

8. Refrigerante light, diet ou zero
Embora os refrigerantes desse tipo não forneçam calorias, há um outro elemento deste produto que é o adoçante. Estudos mostram que quanto maior for o consumo de adoçantes, maior fica o desejo por doces, já que o efeito do adoçante nas papilas gustativas faz com que estas fiquem mais receptivas ao sabor doce. Além disso, a maioria destas bebidas apresenta uma concentração de sódio alta, não sendo recomendado em grande quantidade aos pacientes hipertensos.

9. Azeite
Alimento extremamente saudável, fonte de gorduras conhecidas como “boas” e protetoras do sistema cardiovascular, mas bastante calórico. Uma colher de sopa de azeite já nos fornece cerca de 120 calorias.

Portanto, mesmo os alimentos considerados mais saudáveis, precisam ser consumidos com moderação ou podem engordar. O planejamento alimentar é parte fundamental da dieta, e o nutricionista irá orientá-lo exatamente sobre as quantidades e fracionamento ideal diário.



Adaptado de:  ANutricionista.Com - Tatiane T. de Brito - CRN3 26450 - Ribeirão Preto.


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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Alimentação correta para ganho de massa muscular

Uma das coisas que mais vejo no meu consultório são pacientes que querem danhar massa muscular e eliminar gordura. Conseguir, efetivamente, ganho muscular sofre a influencia de inúmeras variáveis e depende muito mais que de apenas um treinos de musculação. Temos fatores como a carga genética, a quantidade de sono, a duração dos intervalos entre as refeições, o que omer antes do treino, pós treino... 

Vamos, então, falar um pouco sobre a alimentação. A dieta deve ser balanceada, sempre com ênfase no consumo de vegetais e frutas, pois são alimentos reguladores, fonte de vitaminas e minerais, responsáveis pela saúde e disposição. Proteínas, carboidratos e lipídios – mais importante do que a quantidade é a qualidade dos alimentos a serem consumidos. Nem todas as proteínas são iguais, e o mesmo acontece com os carboidratos e lipídios.

Proteína – Alimentos construtores
Responsáveis pela parte estrutural de tecidos, compõe mais de metade do peso seco do corpo é proteína, incluindo músculos, sangue, enzimas e hormônios. Se a proteína ingerida é insuficiente ou de baixa qualidade isto se reflete na capacidade física e pode trazer perda muscular. O exercício "gasta" reservas de proteínas, pois quando acaba o glicogênio do fígado, segue para o glicogênio muscular e depois para as reservas protéicas musculares. Assim, a atividade física aumenta consideravelmente a demanda de proteína pelo corpo. Para haver crescimento muscular tem que haver substrato, no caso aminoácidos prontamente disponíveis para repor as perdas e permitir a multiplicação das células do músculo.

Quanto maior for o valor biológico da proteína, mais aminoácidos e nitrogênio o organismo irá reter. O ovo é considerado a fonte de proteína mais assimilável, e recebe a graduação 100. Todas as demais proteínas são graduadas comparativamente em sua absorção em relação à proteína do ovo.

Whey Protein – a campeã
Os alimentos de alto valor biológico são basicamente as proteínas de origem animal, como os ovos (100), leite (90), carne, peixe e aves (80), e também há proteínas sintetizadas industrialmente como a proteína do soro do leite (Whey Protein), cuja gradação supera a do ovo, variando entre 110 e 160. As proteínas de origem vegetal possuem um aproveitamento protéico menor como, por exemplo, os feijões (50).

Carboidratos: é importante lembrar que apesar do músculo ser basicamente composto de proteína, o combustível principal utilizado por ele durante atividades físicas é o glicogênio (fruto dos carboidratos). O consumo de refeições 100% Carbs free pós treino é ineficaz, pois é preciso energia para que a proteína seja absorvida e aproveitada da melhor forma, cumprindo seu papel construtor. 

Proteínas devem ser consumidas em todas as refeições, para facilitar a reparação muscular e o crescimento das fibras musculares, não só após o treino. As quantidade recomendadas variam conforme idade, sexo, altura, peso e atividade física, devendo ser estabelecida dentro de um Programa Alimentar Individualizado. 

É perigoso ingerir proteína demais?
Sim, além do excesso não ser aproveitado, pode prejudicar os rins.  Apenas um profissional responsável pode definir qual a quantidade correta para você e se o uso de suplementos é necessário e seguro no seu caso.

Por Aline Lamarco
Nutricionista
CRN 17183

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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Ovos mexidos ou cozidos?

Muitos relatam gases quando consomem ovos. Os motivos são muitos, o ambiente intestinal e o modo de preparo. Pessoas que nunca usaram ou não usam probióticos apresentam muitas bactérias ruins capazes de produzirem gases a partir de proteínas. A técnica de preparo também influência muito nisso, uma vez que os arranjos químicos de um ovo cozido são diferentes de um ...ovo mexido, por exemplo. Durante o cozimento (mais lento) são formados mais arranjos como pontes dissulfeto quando se compara ao ovo mexido. Nos ovos mexidos várias ligações são quebradas. Em outras palavras, ovos mexidos podem gerar menos gases que cozidos! Não precisa deixar de comer ovo cozido mas se vc é daqueles que produz muitos gases não custa selecionar a melhor técnica.😉👊👍 

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@Regrann from @lucianobrunocs

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Transforme seu projeto verão em Projeto Vida!


E você, está pronto para o verão? Está se sentindo bem consigo mesmo? Pode ser uma excelente idéia aproveitar o embalo ‪#‎projetoverao‬ para iniciar ou retomar hábitos alimentares mais saudáveis e uma ‪#‎reeducaçãoalimentar‬ . São os ‪#‎primeirospassos‬ de um ‪#‎projetolongoprazo‬para uma vida mais feliz, saudável e cheia de disposição. É uma boa fase também para iniciar o processo com crianças e adolescentes, para fugir do ganho de peso das férias, mas ainda com uma alimentação saborosa. Temos pacotes até fevereiro, que podem iniciar em outubro, novembro ou dezembro, para que ao longo das consultas realmente haja um aprendizado nutricional completo. Informe-se! Podem ser pagos parcelado no cartão de crédito. ‪#‎alphaville‬‪#‎alphavilleearredores‬ ‪#‎centrocomercialdealphaville‬ ‪#‎nutricionistaalinelamarco‬‪#‎nutricionistaalphaville‬ ‪#‎nutricionistaesportivo‬ ‪#‎nutricionistaesportiva‬‪#‎nutricaoesportiva‬ ‪#‎nutricaoinfantil‬

domingo, 4 de outubro de 2015

Novidade: pagamento com cartões!


Vocês pediram e agora as consultas poderão ser pagas com cartões de débito!

Teremos ainda pacotes de verão para:

Novembro, Dezembro, Janeiro e Fevereiro:
pagamento em 4x no cartão de crédito

Dezembro, Janeiro e Fevereiro:
pagamento em 3x no cartão de crédito

Informe-se no telefone 4175-9777!

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Refeição livre - Risoto de Aspargos e Brie


    Todos os meus pacientes tem direito a uma refeição livre por semana. Não é ‪#‎diadolixo‬ , pois não dura o dia todo e não considero o termo muito legal. Mas é uma refeição liberada para matar aquela vontade e te animar para continuar na ‪#‎dietasemsofrer‬. Minha sugestão: faça esta refeição livre ser especial, faça ‪#‎valerapena‬ . Essa saiu da minha cozinha e é prova viva que ‪#‎comidagostosa‬ não precisa ser cheia de frituras. Tinha que ser risoto, prato preferido de toda boa ‪#‎famiglia‬ ‪#‎italiana‬. Saiu um Risoto de aspargos com Brie e tomatinhos.Conheço algumas nutris que odeiam cozinhar, mas eu adoro! Que tal você também tentar uma receita caseira na sua refeição livre? ‪#‎risoto‬ ‪#‎aboutlastnight‬ ‪#‎cozinhamagica‬ ‪#‎tudogostoso‬ ‪#‎dietacomprazer‬ ‪#‎gastronomia




    INGREDIENTES
    • 1 maço de aspargos verdes

      1 1⁄2 litro de caldo de frango

      100 g de manteiga sem sal, gelada (Usei Becel)

      1 cebola média picada

      1 xícara (chá) de vinho branco seco

      2 xícaras (chá) de arroz arbóreo

      40g de queijo parmesão ralado na hora

      50 g de queijo brie cortado em cubos (Usei mais 100 g para decorar)

      10 unidades de tomate cereja, cortados ao meio

      Sal e pimenta do reino a gosto

      MODO DE PREPARO

      01. Lave bem os aspargos e descarte a parte mais fibrosa. Corte-os em pedaços de 3cm. Leve uma panela com água e sal para ferver. Quando ferver, coloque os aspargos cortados e cozinhe até ficar “al dente”. Descarte a água e coloque os aspargos cozidos imediatamente em uma tigela com água gelada, descarte a água novamente, reserve. Separe algumas pontas dos aspargos para decorar.

      02. Separe meia xícara (chá) dos aspargos cozidos e bata no liquidificador com 1⁄4 de xícara (chá) de caldo de frango. Reserve.

      03. Mantenha o caldo aquecido em uma panela.

      04. Em fogo médio, derreta 2 colheres (chá) da manteiga e refogue a cebola até ficar brilhante.

      05. Adicione o arroz e frite bem até ouvir o chiado da panela.

      06. Aumente o fogo na potência máxima e adicione o vinho branco. Mexa sem parar até evaporar.

      07. Coloque uma concha de caldo e misture bem até evaporar.

      08. Adicione mais uma concha de caldo e mexa sem parar até evaporar.

      09. Repita essa operação até que o risoto fique “al dente”, lembrando que ainda ele irá cozinhar por mais alguns minutos.

      10. Adicione o purê de aspargos (ítem 2) e desligue o fogo. Junte o queijo parmesão ralado, queijo brie, o restante da manteiga gelada, os tomatinhos cereja e os aspargos reservados. Acerte o sal e a pimenta.

      11. Deixe o risoto descansar por 4 minutos antes de servir.

      Rendimento: 4 a 6 porções

      Tempo de preparo: 50 minutos

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Queda de cabelo feminino - o que fazer? - parte 1

Hoje vou falar sobre algo que angustia muito as mulheres: a queda de cabelos ou alopécia. A alopécia feminina normalmente é bem diferente da masculina e é dela que falaremos hoje. Poucas coisas podem ser tão angustiantes para uma mulher que perceber que seus fios estão caindo aos tufos, entupindo ralos, o travesseiro lotado... A perda de até 100 fios por dia é normal, mas a perda aumentada cresce a cada dia devido a fatores como estresse, ansiedade, depressão e carências nutricionais. Agressões químicas e secador em excesso também podem levar ao problema.
É realmente importante que o problema seja diagnosticado o quanto antes, pois nem sempre a solução é rápida.
No meu caso, por exemplo, a queda teve início há 4 meses. Fiz todos os exames de sangue buscando por problemas hormonais, como ovários policísticos e hormonios tireoideanos, mas todos estavam em ordem. A dermatologista concluiu que a causa era apenas um estresse que tive no ano passado. O tratamento seguiu apenas com suplementos nutricionais (precisa dizer que usei TO-DOS?) e o minoxidil, manipulado pela dermatologista, para uso local, que diminui a queda e estimula o crescimento. Passei a usar shampoos especiais também para prevenir a queda e a caspa, da La Roche-Posay, também prescritos pela dermatologista.
Veja bem, incluí os suplementos Pantogar, Noukrin e Exímia Fortalize, passei o Minoxidil 5% todos os dias (ele é uma chatice, deixa o cabelo duro), pesquisei tudooo e três meses de tratamento depois, eu tinha perdido, simplesmente, 40 a 50% dos fios! 
Procurei outra profissional e insisti que não estava passando por nenhum estresse e que alguma outra causa tinha que estar levando à queda capilar. Cheguei a contar os fios um dia e perdi 350!!! Veio mais uma pesquisa com ultrassonografias e aí sim diagnosticaram que tenho ovários policísticos.
Agora o tratamento incluiu Aldactone (espironolactona 100 mg), Androcur (acetato de ciproterona 50 mg) e Glifage (metformina 500 mg). E claro, uma dieta para ovários policísticos que eu mesma montei :)
Gostaria de aproveitar o post e recomendar MUITO CUIDADO se você começar a perder fios. Eu tive um diagnóstico errado e perdi tempo , mas muita gente vai ao meu consultório achando que vai tomar uma vitamina e o cabelo vai parar de cair. Ou me conta que está passando o produto que a amiga indicou. Se não parar, aííí procura um dermatologista. Veja, em 4 meses perdi quase 50% do meu cabelo :( Ainda bem que eu tinha bastante...

E você, já passou por algo parecido? Tem ou teve queda capilar? Como foi o tratamento?
Farei um post falando sobre ovários policísticos e em um mês faço a segunda parte deste post contando como foi a evolução agora que realmente tenho um diagnóstico.
Troca de idéias são muito bem-vindas, se você passou ou está passando por isto, deixa um comentário, ok?
Beijinhos


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quinta-feira, 2 de abril de 2015

Como sobreviver (feliz) à Páscoa! - 2015

Este é um tema que deixa a maioria das pessoas confusas, então vou reeditar este post, mais uma vez!
Você está em plena dieta há um mês, um ano (ou desde sempre - rs) e de repente chega a Páscoa. A pergunta que não quer calar é: "E agora, o que eu faço?" Afinal você vem fazendo um bom Programa alimentar, atividade física, não quer engordar e ao mesmo tempo não quer ficar sofrendo neste feriado, certo?
Vou passar algumas dicas que, sem dúvidas, tornarão a tarefa muiiito mais fácil.

1- A primeira coisa é: se presenteie com um pequeno presente de Páscoa sim! O mesmo vale para as crianças. Todos os anos fico assustada com a quantidade de posts que vejo recriminando quem vai comer ovos de Páscoa. Este terrorismo nutricional não vai levá-lo a lugar algum! A Reeducação Alimentar é o que funciona à longo prazo, então vamos pensar em atitudes que seriam razoáveis manter para sempre. Você acha que pode passar a Páscoa de todos os próximos anos sem comer nenhum chocolate? Ou será que vai manter-se magro se comer 4 ovos de chocolate por ano? A grande dica é o equilíbrio, afinal "a privação gera compulsão". 
Presenteie-se com algo que você adore, de até 400 gramas. É algo tranquilo de se cumprir toda Páscoa, certo? 

2- Melhor ainda: você pode dividir o ovo em pequenos pedaços e curtir este presentinho por mais meses. As melhores opções são comr pequenos pedacinhos depois de um almoço rico em fibras (folhas e vegetais) e proteínas magras ou antes de ir para a academia. Se for um ovo recheado, divida em partes e congele. A duração aumenta para 3 meses. 

3- Nada de comprar ovos light, diet... Compre seu preferido! O objetivo é se satisfazer com seu presente e recompensar seu esforço na dieta. Não adianta comprar um ovo que não mate sua vontade. Ovos diet, por sinal, engordam mais que o normal. São apenas para diabéticos!

4- Na Páscoa é comum as pessoas pensarem que não fazem questão do ovo e se transformarem no "pedinte da Páscoa" risos. Você deve conhecer algum. É aquele membro da família que diz não fazer questão de chocolates e não compra nada para não engordar. Passa a Páscoa toda pedindo um pedaço para o filho, marido, outro para os pais... Muitas vezes é o que mais come, mas nunca se sacia, pois sempre tem a sensação de que não comeu a quantidade que queria, nem seu sabor favorito. Lembre-se da importância de dar a si ou aos seus filhos o ovo de sabor preferido.

5- Doe os ovos excedentes. Não tenha apego, na prática você não conseguirá se controlar e o excesso será prejudicial à saúde e à forma física. O conselho é especialmente válido para crianças, que ganham diversos ovos: dos pais, amiguinhos, tios, padrinhos... Combine com os mais próximos que presentearão com algo diferente de chocolate. Os outros, doe. Muitas pessoas não tem dinheiro para comprar ovos no nosso país. Você pode doar para a faxineira, porteiro, secretária ou para uma campanha. É excelente estimular este lado, especialmente nas crianças, pois é muito importante aprender sobre a caridade desde cedo.

6- Para as refeições de Páscoa, a palavra chave é priorizar. Qual sua refeição preferida? Na sexta-feira da Paixão , um bacalhau? O almoço de domingo? Escolha uma das refeições de Páscoa e coma tranquilamente. Na outra, procure priorizar a proteína (carne, peixe ou frango) servida com uma salada grande. O importante aqui é não mergulhar num feriado gastronômico, regado à bacalhau no azeite na sexta, churrasco no sábado, pizza, almoço de domingo, chocolate e muiita cerveja, certo? Da própria refeição disponível em casa, você pode montar uma versão mais light no seu prato.
E nada de passar a semana toda comendo as sobras, hein? Divida com os parentes, congele...


Boa Páscoa e aproveite para curtir este lindo sol!


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